Sobre Ricardo Gobbo

Estudante de Engenharia de Computação, Ricardo trabalha e desenvolve em um grupo de pesquisa da Universidade Federal de Goiás Brasil com o atuação na área de LBS (Location Service Based)

Scala – Introdução – Notas de Estudo

Depois de mais de um ano de abandono, retorno ao meu blog para limpar a poeira e voltar à sua manutenção. Neste tempo que passou, estudei muito, montei uma empresa e fiquei bastante ocupado com tudo isso.

A partir de hoje, estou começando a estudar Scala, uma linguagem de programação bastante interessante. Logo mais, trarei até vocês minhas notas de estudo.

Vamos aos estudos! =)

Empreendedor, Olhe o Caráter e os Valores; Deixe de Lado a Personalidade e a Aparência

Fazendo leituras matinais, fui percebendo a criação de um pensamento em torno da ideia de como um relacionamento pessoal (casamento, namoro, pais, irmãos, filhos, etc.) poderia afetar a vida do empreendedor de sucesso e de como esses tipos de relacionamento são influenciados pela vida que o empreendedor leva.

Alguns dizem que um empreendedor vitorioso é aquele homem (ou mulher como preferir) que se dedica única e exclusivamente ao seu negócio no mínimo 8 horas do seu dia. Seus pensamentos devem estar totalmente voltados para o negócio e nada de distração. E como se relacionar socialmente com uma vida dessas?

Com um relacionamento “atrapalhando” a vida do empreendedor as coisas podem ficar difíceis. Difíceis ao ponto de uma escolha errada! Sabendo “escolher” certo com quem se relacionar te impulsionará tanto no âmbito pessoal quanto no profissional.

Direto ao ponto, escolha suas companhias não pela aparência ou personalidade mas sim pelo caráter pois é o caráter que mostra os verdadeiros valores da pessoa. Não procure um modelo que te fará saciado momentaneamente pela aparência ou pelo calor de uma personalidade forte. Ligue-se ao caráter pois ele sim é duradouro.

O empreendedor deve sim saber da necessidade de conviver socialmente. Não me refiro aos encontros de negócios, reuniões, congressos, etc. Tratamos aqui de convivência afetuosa. Sejamos sensatos e coloquemos estes valores nas nossas listas! Se apaixone por alguém (filhos, espos a|o, pais, namorad a|o) e veja que o caráter é realmente mais importante e duradouro.

Até mais. :)

Flex Component Review – Usando o FlowBox para Criar um Chat com Emoticons Em Flex

Bom dia a todos.

Estive nessa última semana desenvolvendo um sisteminha de chat em Flex para um portal que estamos desenvolvendo. Um sisteminha simples mas que deveria conter umas funcionalidades normais contidas na maioria dos chats. O que me intrigou e que me tomou um bom tempo foi o desenvolvimento da adição de emoticons entre textos. Como a SDK do Flex não possui tal componente, tive que pesquisar!

Pesquisando encontrei um componente da FlexLib chamado FlowBox.

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Enterprise Application Integration – Introdução

Bom dia a todos.

estive escrevendo alguns textos para um projeto acadêmico sobre integração de aplicações – EAI Enterprise Application Integration. Nesse texto que estou disponibilizando, expliquei uma introdução ao termo e aos principios básicos de integração entre aplicações.

Download do Artigo: Enterprise Application Integration

Fiquem à vontade para opinar sobre o tema. Deixe um comentário ou crítica :)

A Marginalização e a Redenção de Aplicações e Sistemas Obsoletos

Pensando bem, quem usa ICQ? Como alguém conseguia decorar os ids numéricos para adicionar uma pessoa que conhecera ou colegas ou amigos ou, sei lá, o Bill Gates? Não vivi nem senti a emoção e a febre do mensageiro instantâneo mais famoso de todos, não participo dos cerca de 40 milhões de usuários ativos e nem ajudei a quebrar recordes e recordes de quantidade de downloads nesses sites por ai. O interessante é que, com o advento de novas tecnologias de comunicação e colaboração, sistemas como o ICQ vão perdendo mercado dia após dia. Perdendo pra quem? Podemos dizer que o Google Wave, eleito por uma notícia de um blog qualquer a melhor inovação do ano de 2009 e que ainda continua confuso para muitas pessoas, é que está migrando pessoas da velha guarda para a vanguarda? Ouviu “Ah! O ICQ é uma merda, não tem como eu arrastar um link pra dentro dele e o sistema monta uma arvore de natal cintilante, pulando e com um bot dizendo ‘Feliz Natal cidadão!’, ou melhor ‘Merry Christmas, Citizen’”?.

Muitos acreditam na marginalidade de sistemas dizendo que eles não servem pra nada, que não há como uma pessoa em sua sã consciência utilizar uma aplicação tão “ultrapassada” como tal. Eles estão equivocados, eu diria! Muitos ICQs por ai revolucionaram a maneira das pessoas se comunicarem e interagirem entre si. Não é uma aplicação banal como aplicações que vão surgindo somente para dar mais opções ao mercado prostituído de aplicações de comunicação e colaboração. Lembro-me de uma disciplina de verão que fiz no inicio da universidade. Fomos ao laboratório estudar a viabilidade do TabletPC para o ensino acadêmico. Nos deparamos com muitas aplicações que faziam a mesma coisa. Uma mudava uma funcionalidade, outra trocava o nome de um menu, mas todas chegavam a um ponto comum: utilizar o Tablet para o ensino. A definição de concorrência nesse caso é ver quem mais inunda o mercado com aplicações clonadas uma das outras.

ICQ inovou! Assim como muitas outras aplicações que hoje são consideradas obsoletas. Kazaa, com seu compartilhamento de arquivos – e vírus – transformou o mundo um local mais fácil de compartilhar arquivos com pessoas que você nem conhecia (e ainda não vai conhecer pra falar a verdade). Por outro lado, com torrents e servidores de arquivos habilitando novos tipos de conexões entre usuários, muitos deixam de usar aplicativos como o Kazaa para obter maior performance da sua banda larga de 20 Mbps. Estão certos, estou certo. A evolução estimula a mudança de todos inclusive dos analfabetos digitais que teimam querer deixar o computador ligado madrugada adentro por pensar que o download vai ser melhor e a conta de internet vai vir mais barata – acredite, ainda existem pessoas assim, mesmo com banda larga em casa.

Alguns sistemas para não sofrerem depreciação no mercado mudam, fazem de tudo para perdurar o máximo de tempo nas mentes e nos computadores das pessoas. Um ótimo exemplo e o pacote Office da Microsoft. É clara toda as mudanças que foram feitas desde a primeira versão datada de 1983 para o MS-DOS (outro que teve que evoluir para não falir, rimou) até a mais recente versão demo beta do Microsoft Word 2010. Mudanças básicas e necessárias são feitas quase que de forma padronizada em todas as aplicações: mudanças na interface gráfica e adição de novas funcionalidades. A aplicação vai parecendo um pendulicário de botões e funções. Bom, o usuário acha ‘legal’ e intuitivo. É isso que faz com que os sistemas se tornem “da hora”. A Microsoft é expert no assunto de mudar para se manter. Essa é a onda (Ops! Esse termo é do Google).

Então sistemas nascem, crescem, se popularizam, saem da versão beta, batem recordes, enfrentam concorrências inovadoras (ou que repetem o inovador de uma forma inédita), entram em desuso e se tornam obsoletos. Essa é a verdade. Acredite se quiser, mas twitter, facebook, Adobe AIR e suas aplicações ainda vão morrer pela mesma motivação que outras aplicações estão morrendo. A inovação de outros sistemas muda o pensamento das pessoas e isso provoca a mudança de atitudes. Todos caminham para um único caminho: derrubar, marginalizar e, eu diria, beatificar sistemas que se tornam obsoletos. É a vida, todos nós, homens, máquinas e softwares passaremos por isso. Mas antes que isso ocorra, aproveitamos o prazer de testar algo inovador antes que ele seja descontinuado, logo quero meu iPad :) .

Profile do Google – Seu Cartão de Visitas na Web

Há alguns dias atrás, entrei num site de um designer e acabei descobrindo, através do perfil dele, mais uma ferramenta interessante do Google: o Google Profile. Com ele, a divulgação das suas redes sociais e outros perfis fica unificada e organizada, perfeito para um cartão de visitas, não? O Google Profile também permite a divulgação de referencias profissionais como uma biografia, referências de onde você atuou ou atua, e por ai vai.

Acesse esse link para criar o seu perfil. Utilize ele como seu cartão de visitas na web. Assim, você não precisará passar informações difusas, passe somente o seu perfil pois tudo estará contido lá.

O meu eu criei. Acesse http://www.google.com/profiles/ricardogobbodeaguas

LiSimplex – Simplex Solver – Venda do Projeto

Bom dia a todos,

A partir do dia 20/12 estarei disponibilizando o código fonte do projeto LiSimplex para venda. O LiSimplex está na versão 1.0 beta 4 e não estou vendo possibilidade para continuar o seu desenvolvimento. Desse modo entregarei o código fonte e a autorização formal para a transferência de posse do projeto. Todos aqueles que tiverem interesse, poderemos abrir uma negociação.

Como todos podem ver no post que escrevi há um tempo atrás (clique aqui para ver o post), o LiSimplex é uma plataforma genérica de solução do método simplex desenvolvida em Java. Por ainda estar numa versão inicial o projeto ainda não possui nenhum grande recurso. Entretanto, sua base de resolução foi otimizada de modo a aceitar variados tipos de entrada. Ainda não foi aplicado nenhuma interface gráfica no projeto, mas a interface de negócio está preparada para suportar essa funcionalidade.

Qualquer outra informação, deixe sua manifestação através de um comentário que entrarei em contato.

Gerenciando Recompensas e Bonificações – A Lei do Velho Oeste

Gerenciando Recompensas e Bonificações Dentro do Planejamento Estratégico

Uma das maiores manobras estratégicas dos Estados Unidos para manter a ordem e a segurança na conquista da região oeste daquele país foi montar uma estrutura que contava com o governo da nação (centralizada no leste, naquele tempo) e grandes comerciantes empreendedores da nova região em plena conquista. Essa estrutura mantinha um grande número dos famosos xerifes e soldados do velho oeste. Seu único objetivo era manter a paz nas pequenas cidades, afastando bandidos e arruaceiros daquelas regiões. Para os principais bandidos, a guarda oferecia as famosas recompensas aos civis para a captura e prisão desses marginais montadores de cavalos. Foi então que surgiu naquela região os famosos caçadores de recompensas, homens que viviam de prender esses bandidos e faturar um bom dinheiro na forma de ouro, fama, mulheres, bebidas… Mudou muito do velho oeste para hoje?

A maioria das grandes empresas recompensa funcionários com bônus, abonos e várias outras formas de recompensas para que os mesmos possam trabalhar com mais qualidade visando o lucro em seus proventos. Trabalhar visando ganhar mais sempre fez parte da natureza do homem capitalista. E empresas que querem tirar proveito disso criam estratégias para angariar maior desempenho dos funcionários de forma “natural” para funcionários-zumbis por dinheiro.

Tentando ser objetivo e otimizado, todo projeto estratégico de recompensas deve conter inúmeras formalizações de distribuição de bonificações. Estipular um plano de análise de desempenho metrificando-os é uma das formalizações mais utilizadas. Instituições bancárias e empresas de telefonia, por exemplo, definem metas para áreas de gerência e operacional com intuito de metrificar e aumentar o desempenho de cada um dos funcionários dessas empresas.

Porém, interpretar esses resultados e bonificar – via dinheiro, bônus, etc. – pode não ser o essencial para alavancar o modelo operacional da organização. Esse processo envolve vários outros agentes que são considerados determinantes para o sucesso desse plano de recompensas. Um dos principais motivos para o fracasso desse plano é a não aceitação por parte dos funcionários da instituição. Esse é o ponto! Não é somente cobrar para que as metas sejam batidas e com isso conseguir dar a recompensa para o funcionário dedicado. Há nesse processo uma necessidade de indagar se as metas são realmente atingíveis ou ainda, se elas não ferem nenhuma integridade moral do executor.

De um modo geral, definir gratificações não é somente dar ao executor que cumpriu suas metas o que ele merece. Um novo processo estratégico deve surgir para verificar a real necessidade das metas e definir, se for o caso, quais são factíveis ou não. Contando com o auxílio das pessoas que vão executar, o gerente estratégico poderá definir melhor o escopo de atuação da sua equipe e com isso formalizar metas melhores e reais. Basta ter comunicação dentro da organização.

Pra finalizar, deixo um vídeo bastante interessante que vi no vimeo do Fábio Akita. Como a ciência pode interferir  na motivação e criação de valores (recompensas e/ou punições) nas empresas do século XXI? Assistam!

TED – Dan Pink – Motivation – Legendado from Fabio Akita.